terça-feira, 10 de novembro de 2009

Nós bem que tentamos ser boas samaritanas...

Hoje, eu, a A., a A e a A. (ena :D), fomos dar sangue. Ou melhor, todas as A. menos uma, que não pode. Eu e uma das A. já somos dadoras há algum tempo e nunca nos sentimos mal. A outra A. foi connosco pela primeira vez.
Depois da mini-consulta com a médica, fomos para dentro para fazermos a recolha. Eu fui a última a entrar e a primeira a sair. A A. que já tinha doado sangue, sentiu-se mal e ficou para lá com as pernas ao alto e a beber "Fresky". A outra A. só dizia "oh senhor isso tá a doer muito!". O enfermeiro lá lhe tirou a agulha.
Eu saí, tomei o meu café, e vim ter com a A. que não pode dar sangue. Falamos com a fala-barato que está na entrada, a A. fumou um cigarro, ligou ao R. e nada das outras duas. Preocupada, fui lá dentro. Estavam sentadinhas no Bar a lanchar. Fesky e croissant.
Saímos da parte das consultas e viemos "validar" a nossa dádiva. A A. que se sentiu mal voltou a ter uma quebra de tensão e ficou pálida que nem uma parede. Mas só se ria. "Eu não me estou a sentir nada bem ahahah". Mais outro Fresky. "Eu já bebi um litro de Fresky hoje ahah!" Estava "toda cega". Vieram os enfermeiros, pernas ao alto outra vez, e ela só se ri. Depois, começámos todas a rir e as pessoas todas a olhar para nós.
No final, fomos para a aula que era às 16h (isto às 17h), que afinal não era uma aula, era uma conferência com um antropólogo. Além de termos chegado extremamente atrasadas, ainda por cima chegamos na parte do "alguém quer fazer alguma pergunta?" E nós as quatro ali em pé. Não foi bonito.

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