terça-feira, 19 de novembro de 2013

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

domingo, 27 de novembro de 2011

A minha vida anda uma loucura

Nem tenho tido tempo de vir até aqui. É trabalho-casa-faculdade. Faculdade-casa-trabalho outra vez no dia seguinte. Ando de rastos!

Mas foi o que escolhi e, apesar de cansada, estou a gostar muito!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Os meus amigos dão-me um trabalho

Tenho mais amigos rapazes do que amigas raparigas. Sempre foi assim, e nunca achei estranho. Mas, nos últimos anos, desde que começaram a namorar/andar/fazer seja o que for com raparigas, eles dão-me um trabalho que me supera. Tenho sempre de "levar" com as raparigas. É que eles apresentam-mas, eu até simpatizo com elas (ou não, mas é muito raro), eles acabam com elas, e é a mim que elas recorrem. Sempre. E falam, desabafam, dizem mal, um sem fim de conversas que me dá um trabalho descomunal. Porque, na maior parte das vezes, eles não querem nada com elas, mas não lhes dizem, e eu fico ali no meio entre o saber a verdade e não a poder contar. E consolar, e dizer "deixa lá, devias partir para outra".

Que seca.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

E este dia também iria chegar

Recebi o meu primeiro ordenado a sério de sempre. É poucochinho, mas saiu-me do pêlo :)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Eu sabia que esse dia ia chegar

Quando saía à noite e voltava a casa já quase de manhã, lembro-me de ficar sempre com uma espécie de remorsos e com pena das pessoas que via a irem trabalhar, enquanto eu estava a chegar de me divertir. Pensava sempre que deve ser terrível sair de casa tão cedo para o emprego, e ficava sempre com aquilo na ideia. Aliás, em algumas actividades da Faculdade, como o comboio do caloiro, eu chegava a casa e os meus pais já não estavam. E se saísse durante a semana, a probabilidade de chegar à hora a que a minha mãe se levanta, também era bastante.

Ontem, as coisas inverteram-se; eu era a "coitada" que ia trabalhar enquanto os outros vinham de se divertir. No início, não percebi muito bem o que andava tanta malta nova a fazer na rua às 6h30 da manhã, mas depois vi uma roulotte de cachorros e percebi que vinham da discoteca.

Ontem, chegou o meu dia de ser a "coitada" que vai trabalhar de madrugada.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

domingo, 23 de outubro de 2011

Acho que ainda não tenho bem noção no que me meti

Ora bem, passei um ano sem fazer "nada". Fiz os Censos2011, uns workshops e formações, dois níveis do Curso de Espanhol e pouco mais. Isto até Setembro. Em Outubro, comecei o Mestrado, comecei a trabalhar e fui viver sozinha. Ai.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Viver sozinha#1

É telefonar ao meu pai várias vezes ao dia com dúvidas como "A luz foi abaixo, o que faço?", "O cilindro está sempre a perder água, o que faço?", "Os senhores da luz nunca mais chegam, o que faço?" (a resposta a esta última serve de próximo post).

Mas, apesar de tudo, estou a gostar bastante da experiência.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Queridos caloiros e doutores e veternaos e sei lá mais o quê da Universidade do Minho

Eu não sou contra as praxes. Mas sou contra as praxes debaixo do meu prédio. E uma pessoa que às 9h da manhã tem de estar a trabalhar precisa de uma noite descansada de sono!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Andei muito desaparecida, mas voltei

Nas duas últimas semanas a minha vida foi uma loucura; entre o Congresso no "cu de Judas", até à vinda para Braga 5245 vezes por semana para tratar ora dos assuntos do trabalho, ora dos assuntos da faculdade, nem me lembro de ter respirado. Mas hoje, finalmente, parece estar tudo resolvido; o trabalho começou ontem, assim como a faculdade. Ah, e já tenho casa. Esta é a primeira noite em que fico a dormir no meu novo apartamento, ainda que não tenha cama.

E agora vou dormir, porque os meus dias têm começado às 6h e terminado à 1h/2h.

Até amanhã*

domingo, 9 de outubro de 2011

Medo, muito medo!

Já não é a primeira vez que apanho um especial sobre a Britney no VH1 e já não é a primeira vez que me apercebo que conheço  a letra de praticamente todas as letras!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Alguém conhece

quem tenha um apartamento para arrendar em Braga?

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Detesto quando isto acontece (e ultimamente acontece muitas vezes)

Passei um dia de cão. Levantei-me às 7h, às 9h30 estava em Braga para assinar o contrato, às 10h30 estava na estação para apanhar o comboio para Penafiel, que saía às 11h34. Esperei 20 min na estação onde tinha de fazer a troca, cheguei a Penafiel às 13h10. Esperei 1h30 pela camioneta que me havia de levar a Lousada, ao I Congresso Internacional da Rota do Românico. Cheguei lá, estive o resto da tarde nas conferências. Cheguei a casa às 20h, só queria dormir. Deitei-me à meia-noite, dormi até às 2h. Já passa das 4h, quero dormir e não consigo. Mas dava jeito, já que amanhã o dia vai ser semelhante.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Parece que a semana começou com boas notícias

Consegui o emprego na tal loja. Tinha pedido um part-time de 15h (era esse ou de 25h), mas atenderam à minha situação e propuseram-me um part-time de 20h, fixo, sem horários rotativos, das 9h às 14h e de terça a sexta-feira. Parece-me mesmo muito bem. Achei que não iria encontrar um part-time assim :)

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Que semana

Ora bem,

- Segunda-feira: Chamada da amiga A.; a mãe tem um aneurisma, vai ser operada de urgência;

- Quarta-feira: Nova chamada da amiga A.; a avó do R.( namorado da A. e meu amigo), que o criou como uma mãe desde pequeno, tem um cancro no pâncreas e, devido à idade, não será operada. Não sabemos quanto tempo tem de vida, mas não será muito.

- Quinta-feira: Vou para o hospital, desta vez com a minha mãe. Não consegue mexer a perna, nem sequer pôr o pé no chão.

- Sexta-feira: Chamada da P., a minha melhor amiga; está no Hospital, com uma contractura na cervical. Não mexe o pescoço nem o braço direito.

- Sábado: Chamada do meu namorado. Foi tirar um dente do ciso. Aquilo correu mal. Passou o fim-de-semana entre desmaios, vómitos e coisas boas.

- Domingo: Chamada da P.; o pai tem um cancro em fase terminal, não sabem quanto tempo tem de vida.

Conclusão: Não atendo mais o telefone esta semana. 

domingo, 25 de setembro de 2011

Sugestões no Porto#2 - Festa do Outono, Serralves

Para dar continuidade às sugestões na cidade do Porto, hoje deixo-vos a dica para irem até Serralves, à Festa do Outono. O ano passado estive lá como voluntária e gostei muito do ambiente da festa (do trabalho que me foi destinado, nem por isso). É uma espécie de boas-vindas à nova estação, com várias actividades, especialmente dirigidas aos mais novos, mas onde os adultos também se podem divertir bastante. 

A Festa começa às 10h e termina às 20h. Para quem quer passar um belo dia em família, é uma óptima opção.





É sempre uma boa possibilidade de visitar Serralves, aproveitem :)

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Olá Outono!

A minha vida começou a mudar (para melhor) há um ano

Há um ano atrás, eu tinha excesso de peso. O meu IMC, se não me engano, era de 28. Era muito. Sempre fui gordinha, mas sempre compensei com o facto de ser alta. Mas, quando cheguei de Itália, até a minha mãe (sempre tão querida), ficou preocupada. Não consigo precisar exactamente quanto engordei, mas aponto para uns 6 kg (para ser optimista) em 5 meses.

Não podia continuar assim. Não era a primeira vez que tinha tentado emagrecer, mas nunca tinha resultado. Emagrecia 2 ou 3 kg, mas depois lá voltava à vida sedentária e à alimentação incorrecta. Mas decidi que estava na altura de mudar. Se não emagrecesse aos 21 anos, quando ia emagrecer? A minha mãe foi à farmácia e viu que havia um gabinete de nutrição. De 15 em 15 dias, uma nutricionista dava lá consultas. Trouxe-me o folheto, como quem não quer a coisa (ela nunca me disse directamente "tens de emagrecer". Dava dicas...), para eu experimentar. Ia lá, e logo se via.

E a consulta ficou marcada para o dia 23 de Setembro de 2010. Não foi fácil. Não foi nada fácil, especialmente porque passei muito tempo em casa durante este ano, sempre perto das tentações. As tentações, e o namorado, que come como se não houvesse amanhã e continua magrinho (se calhar o facto de ser muitooo alto também abona a favor dele). 


Os primeiros quinze dias não custaram muito. Tinha fome, é verdade, mas foi superável. Não me pesei em casa e quando cheguei à consulta tinha emagrecido 3,100kg. Foi o maior incentivo que me podia ter acontecido. Na quinzena seguinte emagreci 600 g. Mas nunca desisti. O facto de a nutricionista ser novinha e muito acessível, também ajudou bastante.


Tenho emagrecido e engordado ao longo deste ano. Neste momento estou com menos 15 kg, e o meu IMC é de uma pessoa saudável. Sinto-me muito melhor, sou muito mais consciente na hora de comer (apesar de cometer as minhas loucuras), e faço exercício físico. Faço exercício físico quase todos os dias, e se não fizer sinto-me estranha.

Agora, escolho as lojas onde quero comprar roupa e não são as lojas que me escolhem a mim. Encontro sempre roupa e sinto-me muito melhor.


Tudo isto para dizer que a minha vida mudou muito este ano, e para melhor :) e acho que não me vou esquecer nunca deste dia. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Ontem

Ontem o dia começou com um telefonema de uma das minhas melhores amigas a dizer que a mãe estava no hospital e ia ser operada a um aneurisma. Toca a ir para lá, fazer-lhe companhia. Depois, ficar do lado de fora do hospital até à meia-noite, com o coração nas mãos à espera de notícias. Felizmente, correu tudo bem. Mas é em momentos como este que me levam a pensar como as coisas podem estar tão bem e de uma hora para a outra... Enfim. Agora é recuperar.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sugestões no Porto#1

Vou tentar introduzir uma nova "rubrica" aqui no blogue. Vou falar sobre sítios e acontecimentos mais ou menos culturais que tenham lugar na cidade do Porto.

A minha primeira sugestão é que visitem o espaço "Porto com Arte". É um sítio novo, abriu há cerca de três semanas, creio eu, e é uma alternativa gira aos espaços de diversão da cidade.


Fica localizado no Largo dos Lóios, ali ao pé do novo Hotel Intercontinental. Está dividido em três andares; no primeiro, uma loja de produtos nacionais; vendem-se artigos exclusivamente portugueses, como vinhos, bolachas feitas artesanalmente,compotas "alternativas", molhos (aquela maionese de manga pareceu-me interessante) artigos de casa, como sabonetes Ach Britto, velas perfumadas, ambientadores... E a tradicional Pasta Medicinal Couto, entre outros artigos.
No segundo piso está um pequeno bar/loja de vinhos, onde podemos fazer uma prova de vinhos, além de consumir o que normalmente consumiríamos noutro local. Contudo, a grande aposta aqui são mesmo os vinhos.
Por último, no terceiro andar, existe uma pequena galeria de arte, onde de momento está exposta uma pequena mostra de escultura.

Tudo aqui é português. À excepção dos computadores, tudo é nacional. Até a música ambiente é portuguesa. Aliás, um dos proprietários costuma dizer que se encontrarmos lá alguma coisa que não seja portuguesa, eles oferecem.

Para quem procura um local simpático e diferente, o "Porto com Arte" pode ser a vossa opção. Penso que está aberto entre as 10h e as 2h, por isso têm muito tempo para lá passarem! :)

Peço desculpa se algumas informações não estiverem completamente correctas, mas não consegui encontrar o site, pelo que me guiei pelas dicas que me deram quando lá fui.





Porto Com Arte:
Largo dos Lóios, n.º8
4050-338 Porto - Portugal
+351 222 082 277
www.portocomarte.com

domingo, 18 de setembro de 2011

Adele


Eu adoro a Adele. Gosto da voz, da atitude, das músicas e do que elas transmitem. Mas eu não gosto de ouvir 529 vezes por dia a Someone Like You nem a Rolling in The Deep, na Rádio, na MTV ou no VH1. Não gosto de, depois de ouvir essas 529 vezes, ir a uma discoteca ou a um bar e ouvir as mesmas músicas em versão remix. Cansa-me. E não queria cansar-me da Adele, até porque já gosto dela desde o 19, e das músicas Hometown Glory, Chasing Pavements,...

"Um Dia"



Sinopse: Dexter Mayhew e Emma Morley conheceram-se em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro. Os anos passam e Dex e Em levam vidas isoladas — vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois. Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.

Como disse ali em baixo, comprei o "Um Dia", do David Nichols. Se houve partes que não gostei muito e li um pouco na diagonal (hábito que tenho desde miúda), no final dei por mim a poupar as páginas para o livro não terminar.

Gostei muito do livro e já sei que me vou desiludir quando vir o filme. O livro está escrito de uma forma muito curiosa e as duas personagens principais, "Dexter e Emma, Emma e Dexter" são fortíssimas. É muito interessante ver como os dois crescem e evoluem ao longo dos 20 anos que são narrados no livro. As dúvidas, as incertezas, as chatices, o afastamento e, acima de tudo, a amizade e amor que os une. 

Não conhecia o autor, mas fiquei a fã e o próximo livro que comprar deverá ser o "Uma Questão de Atracção".


sábado, 17 de setembro de 2011

Voluntariado na Cultura

Em Maio, fui a um Simpósio na Portucalense sobre Cultura e Património ( o nome não era bem este, mas não me lembro como era). Uma das comunicações foi feita pela representante portuguesa do Ano Europeu do Voluntariado, onde falava da importância do mesmo. A Directora da Direcção Regional de Cultura do Norte aproveitou o mote e disse que era muito importante haver um forte voluntariado na área cultural. Até aqui tudo muito bem, concordo.

Como já disse anteriormente, costumava fazer voluntariado nas Festas de Serralves. Ainda no ano passado, na Festa do Outono, estive desde as 10h até às 19h a fazer inquéritos aos visitantes. Pequena pausa para almoçar às 14h. Já fiz voluntariado noutras situações e, de facto, divirto-me e aprendo bastante, porque consigo ter uma noção de como são as coisas "do outro lado".

Há cerca de uma semana e meia atrás, recebi um email de Serralves, onde propunham que fizesse voluntariado de novo na próxima Festa do Outono, no próximo dia 25. Mas ressalvavam que não se encarregam das despesas com a alimentação, muito menos com a deslocação.

Ora, tudo bem que somos voluntários, mas nas edições anteriores ofereciam, pelo menos o "almoço". Por muito pouco que fosse, sempre era uma ajuda. Mas desta vez, nem isso. Acho que isso é aproveitar-se do trabalho dos outros, ainda mais quando se está a falar de uma instituição como Serralves.

(Há cerca de um ou dois meses atrás solicitaram voluntários para fazer estudos de público. Teríamos de ir lá duas vezes por semana realizar um trabalho que, segundo eles, era de "grande responsabilidade". Ajuda de custo? Zero.)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Fazer Erasmus fez-me aprender muita coisa

Uma delas foi fazer malas em pouco tempo. Acabei de fazer a mala para ir passar o fim-de-semana com o meu namorado em menos de cinco minutos. Roupa, sapatos e acessórios mais elegantes incluídos (e não levo o roupeiro inteiro!)

Hoje, no comboio

Vi uma rapariga, com uns 18 anos, com umas botas do tipo Ugg, meia-calça de licra, meias daquelas grossas até ao joelho e casaco daqueles que nos fazem lembrar o Inverno, seja pelo padrão, seja pelo tecido.
No visor do comboio, indicava a temperatura exterior de 27º.

domingo, 11 de setembro de 2011

Há dez anos



11 de Setembro de 2001.


Eu tinha ido almoçar com a minha mãe ao emprego dela. Recordo-me desse dia com muita clareza, como se fosse hoje. Estava a dar qualquer coisa na televisão, quando interrompem a emissão para transmitir directamente de Nova Iorque. Lembro-me de ver uma enorme nuvem de fumo, pessoas a correr e a gritar, sem ninguém perceber o que se passava. Na Sic, o jornalista tentava explicar o que aconteceu, mas nem ele sabia. Passado uns minutos, as pessoas intensificam os gritos e o desespero e vi outro avião embater na segunda torre.
Apesar de ter 12 anos e aquele me parecer um filme de acção, lembro-me que fiquei muito impressionada. Não percebia nada do que se passava e durante todo o dia não chegava informação credível que explicasse tal atrocidade. Pelo contrário, o caso ainda piorou com os ataques ao Pentágono e na Pensilvânia. 

Com o passar dos dias, comecei a perceber que aquilo tinha sido culpa dos "árabes". Era essa a informação vinculada, e para uma criança de 12 anos era isso que eu percebia. Os "árabes" eram culpados pela morte de milhares de pessoas. Mas, e felizmente, não foi nisso que me foquei. Foquei-me na história dos passageiros do voo 93, que evitaram a morte de centenas de pessoas. Foram heróis e morreram como heróis. Foquei-me nas centenas de bombeiros, polícias e demais forças de segurança que acudiram os feridos acabando, alguns, por perder a própria vida. Foram heróis e morreram como heróis. Heróis como nos filmes de acção.

Cresci com o fantasma do 11 de Setembro. Acabei por aprender, à custa disto, a ser mais tolerante. A culpa não tinha sido dos "árabes". A culpa tinha sido de um bando de pessoas doentes e fanáticas e muitos árabes sofreram à custa disso. Afinal, que culpa tinham eles dos erros cometidos por outros árabes?

É preciso não esquecer que não só americanos morreram nestes ataques. Todo o mundo foi vítima desses ataques. Muitas famílias ficaram destruídas. Se não ficaram naquele dia, ficaram depois, com a partida dos seus familiares para o Afeganistão.

Este ano, soubemos que o Bin Laden tinha sido capturado e morto. Apesar de ser uma vitória para o mundo, a verdade é que não deixou ninguém mais tranquilo. Porque de onde aquele veio, há muitos.

A verdade é que o mundo mudou. Penso que o mundo conheceu o Mal nesse dia. Os Estados Unidos perceberam que não são invencíveis. Os americanos mudaram para sempre. Os americanos e todo o mundo.





Ninguém estava preparado para o que aconteceu.  Ninguém consegue perceber. E penso que não há ninguém que, dez anos depois, não se emocione com as imagens do 11 de Setembro de 2001.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

A minha melhor amiga às vezes tira-me do sério

Ela deve ser a pessoa a quem mais vezes tenho vontade de dizer "Bem te avisei!"

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Assim se percebe o quanto gostamos das pessoas

Na última semana, três dos meus grandes amigos conseguiram ficar num estágio profissional remunerado. E eu fiquei tão contente por eles, o que só prova o quanto gosto deles.

A M., acabadinha de sair do Mestrado em Educação Básica (Pré-Escolar ou como se diz), vai trabalhar, durante um ano, numa IPSS perto de casa.
A A., que esteve comigo em Itália e que, de momento, está a fazer o Mestrado em Lisboa, vai para uma Fundação na capital.
O N., que também foi meu colega de curso e que, de momento, está a fazer o Mestrado cá no Porto, vai para uma Fundação cá na cidade. Aliás, vai passar a ser pago, porque ele já lá está há um ano em regime de voluntariado.

Eu fiquei tão, mas tão feliz por eles. Como se fosse comigo, juro. Porque sei o que os três passaram durante o curso, e o que continuam a passar. Porque sei que hoje em dia não está fácil e conseguir um estágio profissional remunerado (mesmo sendo estágio, é óptimo!) é uma benção. Porque eles são persistentes e trabalhadores e merecem mais do que ninguém. Desejo-lhes toda a sorte do mundo!

sábado, 3 de setembro de 2011

Hoje veio este livro comigo para casa


Como já disse anteriormente, gosto de ler os livros antes de ver os filmes. E, neste caso, já há algum tempo, mesmo antes de saber que iria ser adaptado ao cinema, este livro despertou-me interesse. Hoje, entre este e o "Uma Questão de Atracção", decidi-me por este. A ver vamos se é bom ou não :)
Mais informações aqui

domingo, 28 de agosto de 2011

sábado, 27 de agosto de 2011

E quase uma semana depois, acabam as celebrações

No domingo, fiz um jantar cá em casa com os amigos mais próximos. Ontem, jantar e saída só com as amigas. Fazer anos cansa :D

domingo, 21 de agosto de 2011

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Eu gostava muito de perceber o que se passa na cabeça destas pessoas



Acabei por vir com eles para o Algarve

Lá vim com os meus pais para o Algarve. O namorado trabalha, por isso não vamos fazer férias juntos este ano, só um ou outro fim-de-semana... Mas pronto, é por uma boa causa :)

Por aqui, tudo tranquilo. Já conhecia a casa, é pertinho da praia, e os dias têm-se dividido entre ir à praia de manhã e ao fim da tarde, ler muito (já lá vão dois livros) e devorar séries à noite. 

A vantagem de fazer férias aqui nesta altura, é que tenho sempre aqui amigos com os pais ou amigos, e acabo sempre por sair com eles. Ontem foi noite de Bliss. 

Entretanto, na praia, o costume: apinhada de gente, pessoas com crianças a chegarem às 11h da manhã, toalhas estendidas debaixo das rochas e dos avisos de perigo e coisas assim. Ah, e pelos vistos estou numa praia de famosos, porque quando dou as minhas caminhadas pela praia, tropeço sempre em alguém que já vi na televisão. Ontem foi a Ana Salazar, a Anita Costa (famosa?), aquele actor que é neto de Ruy de Carvalho e, à noite, no Bliss, a Maria João Bastos. 

É difícil manter a dieta nas férias, a praia dá-me uma fome exagerada. Mas lá vou conseguindo não abusar muito... 
E pronto, é isto.

Sábado já volto para o Porto, com um bronzeado bem mais simpático.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Isto de pesar quase menos 15 kg do que no Verão passado tem que se lhe diga

Os biquinis parecem fraldas. Os calções que nunca serviram ficam largos. Até as havaianas estão grandes.

Temos consenso

Uma semana na praia, dois fins-de-semana mais tarde de escapadela. Foi difícil, se foi!

domingo, 7 de agosto de 2011

É em momentos como estes que tenho pena de ser filha única

Os meus pais andam numa birra há mais de três dias. Um quer ir uma semana de férias para a praia, o outro quer fazer escapedelas pelo país. E não se decidem. Entretanto, passam a vida a resmungar um com o outro e a pedir-me para ver alternativas para as duas opções. 

Às vezes cansa ser filha única.

sábado, 6 de agosto de 2011

Querido Agosto,

quem és tu e o que fizeste com o nosso Agosto?

Livros

No mês de Maio devo ter comprado uns 7 ou 8 livros. Apanhei várias promoções, várias feiras do livro, e pronto, toca a comprar. Desde miúda sempre preferi os livros aos cd's e aos dvd's (e, mais tarde, com a possibilidade de aceder a estes conteúdos online, tornou-se mais evidente a preferência pelos livros).

Regra geral, não vou muito por "livros da moda". Eventualmente, acabo por os ler, mas não compro logo que saem. 

Penso que o preço dos livros é um exagero em Portugal. Acho inconcebível que o Equador, do Miguel Sousa Tavares, em Itália custe 12€, com os custos de tradução e tudo. Aqui, provavelmente já deve estar mais barato, mas sempre o vi à volta dos 18/20€. E para quem vive da mesada que os pais dão, é muito dinheiro. Mas nem por isso deixo de comprar livros, adoro a sensação de ter um livro novo para ler :)
Os meus amigos vêm sempre cá a casa à "biblioteca", quando querem ler alguma coisa. Pena é a maior parte das pessoas se esquecer de devolver...

Outra curiosidade é que, se souber que vai ser adaptado algum filme ao cinema, corro a comprar o livro para o ler e só depois ver a adaptação. Às vezes os filmes saem das salas de cinema e em ainda não acabei o livro :) 
A título de exemplo, posso falar no Amor em Tempos de Cólera, Comer, Orar, Amar, todos os Harry Potter, Enquanto Estiveres Aí, alguns da saga Twilight (não são muito o meu género...), O Perfume, Orgulho e Preconceito, os do Nicholas Sparks, e por aí fora...

Tudo isto para dizer que devo ter, no mínimo, uns 10 livros em stand-bye para ler. De momento, estou com o "Jane Eyre".

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Filmes#3 - Antwone Fisher

Esta semana tenho visto um filme todas as noites. A TVC1 está a dedicar a semana ao actor Denzel Washington e todos os dias tem dado um filme com ele. Alguns já tinha visto. O de ontem, já andava há alguns meses para o ver.



O filme é sobre um rapaz, que está na Marinha, com vários problemas de raiva, que se mete me problemas à mínima provocação e que, por isso, tem de ser acompanhado por um psiquiatra, o Denzel Washington. É um filme incrível, que faz rir (o rapaz consegue ter piada) e, ao mesmo tempo chorar. Ao longo do filme conseguimos perceber porque tem determinados comportamentos e como evolui a relação entre doente e psiquiatra. Aconselho a ver, sem dúvida.

Decidi, depois de um ano

Qual o Mestrado que vou frequentar. Depois de me ter candidatado a três (o meu rico dinheirinho...), decidi-me pelo de Património e Turismo Cultural, na Universidade do Minho. As outras opções eram Turismo na Faculdade de Letras cá do Porto e História, Cooperação e Relações Internacionais na mesma faculdade. Mas o que eu queria mesmo era Turismo Cultural. A ver vamos no que isto vai dar.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Detesto e nunca me vou habituar

A entrevistas. Sejam para emprego, estágio ou mestrado, detesto. Detesto.

domingo, 17 de julho de 2011

Inveja, mas da boa

Como disse há uns tempos, tenho uma amiga espanhola, que conheci em Itália, que está a estudar no Chile. Ontem falei com ela, estava no Peru, pronta para ir para a Bolívia. Anda a viajar pela América do Sul de mochila às costas depois de, no ano passado, o ter feito um pouco pela Europa. Está triste, porque daqui a quinze dias regressa a Espanha. Mas em Dezembro vai viver para Inglaterra por um semestre, para estudar inglês. Depois, Mestrado em Relações Internacionais (muito pouco provavelmente o fará em Espanha), para ir trabalhar para fora. Inveja, é o que sinto :)

Professor(A) Snape

Nos últimos dias, tenho revisto os filmes do Harry Potter. Não sendo uma adepta fervorosa, daquelas que fazem fila à porta da Fnac para comprar o último livro, li todos os títulos da saga e vi todos os filmes. Agora, que estreou o último filme da saga, estou a rever os anteriores, para dar um seguimento lógico à história.

Tudo isto para dizer que, ultimamente, me tenho lembrado muito de uma professora que tive na Faculdade. É que ela era igualzinha ao Professor Snape. Igual. Até nos tiques!

domingo, 10 de julho de 2011

Já ninguém sabe o que lhe fazer

Tenho um amigo de infância que, de dia para dia, toma decisões erradas, trata mal as pessoas que gostam dele, não liga aos antigos amigos e só anda com pessoas que nunca lhe ligaram nenhuma. Só faz asneiras, parece um adolescente. E por mais que o avisemos, por mais que toda a gente lhe diga que está errado, ele não quer saber.
Custa-me muito vê-lo a fazer isto, mas já fiz tudo o que podia. Agora, resta-me esperar que ele volte ao que era.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

É coisa para me deixar cansada

Ver um filme italiano com legendas em inglês. Esforço a dobrar para conseguir perceber alguma coisa. 

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um ano para pensar

E chego à altura de candidaturas para o Mestrado e volto a não saber o que quero. Vai ser fácil de explicar aos meus pais, com certeza.

domingo, 3 de julho de 2011

Já tirei o curso, que querem que faça agora?

Irrita-me tanto, mas tanto, que as pessoas continuem a chatear-me com o "para quê que tiraste esse curso? Já não sabias que não ias arranjar emprego? Com esta crise, ainda para mais!"

Vamos por partes; eu sabia, já em 2007, que entrar para um curso ligado às Artes e Cultura não era boa ideia; não ia ser fácil arranjar emprego. Mas era aquilo que eu queria e, quem sabe, quando terminasse, podia ser que as coisas tivessem melhorado. Infelizmente, só pioraram. A crise veio para ficar e actualmente já nem Ministério da Cultura existe. Se é mau? É péssimo! Mas não podemos estar todos em Medicina (como é o caso da última pessoa que me voltou a perguntar sobre a minha escolha por este curso). Por isso é que tenho procurado emprego noutras áreas, mesmo que nada tenham que ver com Artes e Cultura. Porque isto não vai continuar assim eternamente. E vai chegar o dia em que vou arranjar emprego na minha área. Mas, até lá, faço-me à vida e procuro alguma coisa. 

E insistirem comigo para tirar uma segunda licenciatura também não me parece bem. Se quiser continuar a estudar (que quero), seguirei para Mestrado.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

E a saga continua...

No mesmo dia que decidi deixar de trabalhar na tal agência, fui a uma entrevista num Hotel na Baixa do Porto. Não é um hotel 5 estrelas, mas é um hotel muito bom e até conceituado. 
O director pedia, expressamente, uma pessoa licenciada e que soubesse falar mais do que duas línguas. Ou seja, eu não estava a responder aos anúncios do costume, onde se pede apenas habilitações ao nível do 12.º ano. Depois de quase uma hora de espera (o que se passa com estas pessoas?), o senhor lá chegou. Vinha com uma montanha de currículos e disse que gostou muito do meu e que, ao telefone, eu tinha uma voz muito agradável, factor extremamente importante no cargo de recepcionista. Entretanto, disse que trabalhava à moda antiga e que, se eu quisesse, o emprego era meu. "São 600 euros", disse ele. "Tem dúvidas?" Claro que tinha dúvidas; qual o horário, por exemplo. "Ah, isso é muito simples! 8 h/dia, 6 dias/semana, o horário é das 8h-16h, 14h-22h, 16h-00h. É rotativo, assim como a folga. Não pode ter folgas aos fins-de-semana nem aos feriados. Férias, só entre Novembro e Fevereiro e tem hora de entrar mas não tem hora de sair. Amanhã espero por sim às 9h." E foi embora. 
Uma coisa é eu responder a um anúncio que pede pessoas com o 12.º ano. Outra coisa, completamente diferente, é pedirem habilitações ao nível da licenciatura, mais o conhecimento de três idiomas, e quererem pagar isso. Além de, a meu ver, as condições serem claramente más! Sou demasiado exigente?
Com tudo isto, continuo à procura de emprego...

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Prefiro não ter emprego que fazer aquilo

Quando me candidatei para a empresa onde fui trabalhar, candidatei-me para "Administrativa". Cheguei lá, puseram-me a fazer telemarketing, sem me explicarem bem porquê, mas prometeram-me grande evolução na carreira, etc etc. Fiquei lá uma semana, a convencer as pessoas que tinham ganho um fim-de-semana e que só tinham de ir lá levantar o prémio, sem perder tempo. Foi isso que me disseram. E era nisso que eu acreditava.
Não gostei de ter estado a trabalhar no feriado de 10 de Junho (nunca me disseram que tinha de trabalhar aos feriados, e não pagavam mais por isso) e no sábado, dia 11, a ligar para as pessoas, a partir de uma lista telefónica e dizer que tinham participado num sorteio pela altura do Natal e tinham ganho um fim-de-semana. Muitas vezes, as pessoas já tinham falecido, e não era bonito. Detestei aquilo, e vi logo que não ia ficar ali muito tempo
Prometeram-nos ainda, todos os dias, que "amanhã assinamos os contratos". Passou-se mais de uma semana, e nada. Resolvi, por isso, pesquisar um bocadinho sobre a empresa, na Internet. Foi aí que descobri que eles burlavam as pessoas e que nós as convencíamos a ir lá, para eles lhes impingirem um cartão de férias, com um crédito de 100€/mês durante 5 anos. E que não se importavam de fazer as coisas mais manhosas para que as pessoas assinassem os contratos, mesmo que depois não os pudessem pagar. Não se importavam de iludir um casal, onde um estava desempregado e o outro trabalhasse na construção civil, só queriam vender e faziam mil e uma coisa para depois não permitirem a rescisão do contrato. Descobri ainda várias queixas de funcionários, a dizer que lá tinham trabalhado dois meses, com promessas de contratos, e nem 1 cêntimo tinham recebido.
Ontem fui trabalhar e não fiz nada nas cinco horas que lá estive. Marcava 8 dígitos em vez de 9, para fingir que estavam todos ocupados ou não estavam atribuídos.Cheguei a casa, conversei com os meus pais e expliquei-lhes a situação; que prefiro ir trabalhar para uma caixa de um supermercado do que estar ali a enganar pessoas. Eles disseram que não sabiam como eu, sabendo tudo isto, ainda fui trabalhar mais um dia. Pode ser o trabalho ideal para muitas pessoas (há pessoas que trabalham lá há mais de cinco anos). Mas para mim não. Por enquanto, ainda tenho a liberdade de escolha, ainda posso dizer "Não" a aldrabices para ganhar dinheiro.

Por isso, ainda ontem, recomecei a procura de emprego. E já tenho mais uma historia "hilariante" para contar.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Gosto pouco que me enganem

Concorri a uma vaga para um emprego e, vai-se a ver, e põe-me a fazer uma coisa completamente diferente. Eu bem que estranhei não me terem pedido, sequer, o currículo. E isto de estar cinco horas ao telefone a oferecer coisas às pessoas não condiz muito comigo.

sábado, 4 de junho de 2011

Como a Eslovénia foi uma agradável surpresa

Quando decidi fazer Erasmus, a ideia era ir para Itália com a A. e com a M. Mais tarde, viemos a saber que existiam apenas duas vagas para Ravenna, e a M. acabou por ir para a Eslovénia. Em Maio, depois dos nossos exames, fomos visitá-la. Depois de oito horas muito conturbadas de comboio, lá chegamos a Ljubjana. Fomos sem muitas expectativas, mas acabou por ser uma semana óptima, onde conhecemos muita gente e visitámos a capital e uma das cidades mais importante. Comparativamente a Itália, a Eslovénia é um país muito mais pequeno e simples, e com pessoas completamente diferente. Mas gostámos muito. Estivemos em Ljubjana e em Bled, um paraíso natural, que me fez lembrar Lago de Como, em Milão.

Ljubjana









Em Ljubjana visitámos o Metelkova, um sítio de culto para muitos que visitam o país. Era um edifício destinado aos militares durante a Guerra na Jugoslávia, que depois foi ocupado por artistas.



Bled